O GUIA DO

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A partir de que idade as crianças podem assistir televisão?

In Educação on setembro 25, 2012 at 7:37 pm

RICARDO responde: Depende do programa.

A propaganda política, por exemplo, não é recomendada para menores de 16 anos.

Desenhos com perseguições, bullying e explosões estão ok desde muito cedo.

Já o filme Ted, sobre um ursinho de pelícia, não deve ser visto em idade nenhuma, garante um deputado federal.

Meu bebê botou a fraldinha com cocô na boca: o que fazer?

In Saúde on setembro 23, 2012 at 2:00 pm

RODRIGO responde: A opinião dos pediatras, nesses casos, é unânime: a primeira medida é tirar a fraldinha da boca da criança. Com um algodão, livre-se do excesso e, se for o caso, use um cotonete para fazer o retoque. Nos bebês mais jovens, não se recomenda creme dental, nem enxaguante bucal, que pode conter quantidade inadequada de flúor e ainda álcool suficiente para um falso positivo no bafômetro. Em geral, a ingestão de pequena quantidade de fezes não traz consequências mais graves, mas é bom acompanhar o comportamento do neném: se ele passar a comer a iguaria com maior frequência a coisa pode feder.

Posso usar o celular para distrair meu bebê?

In Psicologia on setembro 12, 2012 at 1:49 am

RODRIGO responde: Pesquisas indicam que o celular já se tornou o principal recurso usado pelos pais na hora de acalmar uma criança amuada. Chupetas, brinquedos e caretas vão perdendo espaço para as luzes, os barulhos e os botões dos smartphones. Uma pergunta que logo vem a cabeça é se a exposição precoce e prolongada aos celulares – e aos notebooks e às TVs de led – faz mal à criança. Os especialistas em comportamento infantil, no entanto, são unânimes: os celulares podem causar alheamento da realidade, dores de cabeça, confusão mental, dependência e surtos epilépticos, mas, fora isso, são ótimos para o desenvolvimento do bebê.

Como saber se é hora de contratar uma babá?

In Conforto on setembro 5, 2012 at 1:51 am

RODRIGO responde: Pesquisas indicam que, nas classes A e B, são as babás, e não os pais, que criam os filhos. São elas que passam a maior parte do tempo ao lado dos pequenos, são elas que ensinam o que pode e o que não pode, são elas que dão comida. Em muitas famílias, as babás continuam no comando mesmo quando os bebês deixam de ser bebês, orientando os primeiros passos e encontrando defeitos nas primeiras namoradas.

Tudo isso sugere que a babá virou, pelo menos para quem pode pagar, uma panacéia. Não há mal que essas profissionais não resolvam – principalmente quando aquele filme imperdível vai sair de cartaz. Ainda assim, ou exatamente por causa disso, muitos pais insistem em contratar babás, na esperança de saber dosar o tempo que as crianças passam sob os cuidados das amas-secas.

Feitas essas considerações, que nada têm a ver com a pergunta, há duas respostas possíveis. Se você acredita que vai saber recorrer à ajuda extra só quando necessário, não precisa de uma babá, mas de um psicólogo. Já se você é muito seletivo em relação à comida, precisa de ajuda para ir ao banheiro e chora sem motivo…