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Qual é forma mais fácil de fazer o bebê arrotar?

In Conforto on dezembro 28, 2014 at 11:44 pm

RODRIGO responde: Embora seja uma tremenda falta de educação, o arroto está sempre presente em conversas sobre bebês. O bebê não pára de chorar? Precisa arrotar. O bebê não dorme? Precisa arrotar. O bebê é feio? Precisa arrotar. O fato é que a “emissão ruidosa dos gases do estômago pela boca” é um santo remédio. Mas como?

Não, nada de apelar para água de esgoto refrigerante. Estudos realizados por veterinários neozelandeses confirmam que o modo mais eficiente de tirar o gás do fundo da alma do bebê é apoiá-lo no ombro, segurando-o pelo bumbum, e aplicar leves palmadas nas costas. Se isso não der certo, tente chá de gengibre. Diluído em um litro de Coca-Cola.

Tenho dois filhos pequenos. Qual é o carro ideal para minha família?

In Consumo on dezembro 25, 2014 at 11:57 pm

RODRIGO responde: Considerando que, até os sete anos e meio de idade, as crianças devem ser transportadas em cadeirinhas ou assentos de elevação em carros particulares, o primeiro cuidado é garantir muitos lugares à disposição. Outro equipamento essencial, especialmente em tempos de pais e mães esquecidos, é o ar-condicionado. É desejável que seja espaçoso e disponha de sistema de áudio e vídeo. E, para o conforto do motorista, uma poltrona com regulagem longitudinal de altura e reclinação do encosto vai bem. Uma opção adequada parece ser o Caio Apache Vip.

Estão falando de Criação com Apego. O que é isso?

In Psicologia on dezembro 19, 2014 at 2:53 am

RODRIGO responde: A Criação com Apego denomina um conjunto de práticas voltadas a garantir o estabelecimento de vínculos emocionais fortes e saudáveis entre pais e filhos. Não, não tem nada a ver com dar um iPhone 6 Plus ao seu garoto de três anos. Os princípios recomendados são os seguintes: se preparar para a gravidez, o nascimento e a p(m)aternidade; alimentar com amor e respeito; responder com sensibilidade; prover contato acolhedor; garantir sono seguro (física e emocionalmente); prover cuidado permanente e afetuoso; praticar disciplina positiva; buscar equilíbrio na vida pessoal e familiar.

Portanto, se você começou a comprar livros depois do pacotinho entregue; se atocha coxinha e risole no garoto; se responde aos berros (mesmo abafados); se evita encostar na bebê; se bota para dormir vendo TV; se mal encontra a cria; se elaborou uma cartilha com hábitos proibidos; se é alcoólatra e compulsivo… os seus pais provavelmente deveriam ter lido sobre a Criação com Apego.

Por que sempre fico mais cansado nos fins de semana?

In Conforto on dezembro 5, 2014 at 11:46 pm

RODRIGO responde: Dos vários significados da p(m)aternidade, um é comumente ignorado: seus fins de semana nunca mais serão dias de descanso. Para começar, fim de semana não tem creche, nem escola, nem expediente no trabalho. Sim, para quem terceiriza, ainda dá para recorrer à folguista. Mas, para todo o resto da humanidade, é se vira nos trinta. No sábado, às 6h20, o pimpolho vai meter o dedo no seu olho e, com um sorriso encantador, vai lhe convidar para começar a “diversão”. É parquinho, comida, futebol, carrinho, comida, livro, videogame, cocô, festa do amigo, comida, cantoria, banho (e fugir pelado), televisão, manha, massinha, tinta, areia. E depois vem o domingo.

Quando devo começar a cortar o cabelo do meu filho?

In Conforto on dezembro 2, 2014 at 10:20 pm

RODRIGO responde: Existem dois sinais mais alarmantes: a criança coçar a cabeça incessantemente, o que indica calor, e a criança não enxergar, o que indica… que ela não está enxergando. A maioria das mães, no entanto, prefere seguir o instinto materno e parte para o cabeleireiro barbeiro assim que sente a necessidade de dar uma “mudança no visual” do rebento. Se isso ocorrer antes dos seis meses, cuidado, pois o pescoço provavelmente não estará firme, o que causará dificuldade para o barbeiro e desconforto para a criança (e vice-versa). Já se a vontade pintar depois dos seis meses, o corte continuará sendo dispensável, mas pelo menos não tratá nenhum transtorno. Fora a dor no bolso – o serviço infantil custa pelo menos 40% a mais.